Machine Learning
e Deep Learning:
vale a pena investir?

A cada nova descoberta, a inteligência artificial vem transformando os modelos de negócios de empresas de variados segmentos. Com a implementação de IA que permitem que máquinas tomem decisões, as marcas estão começando a coletar e analisar terrenos nunca antes explorados. 

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Machine Learning
e Deep Learning:
vale a pena investir?

A cada nova descoberta, a inteligência artificial vem transformando os modelos de negócios de empresas de variados segmentos. Com a implementação de IA que permitem que máquinas tomem decisões, as marcas estão começando a coletar e analisar terrenos nunca antes explorados. 

Por: Redação - GTC
em 22 de fevereiro de 2018

Mas como a inteligência artificial funciona?
O machine learning é, basicamente, um processo constante de erros e acertos. A máquina faz diversas tentativas: aquelas que dão errado são descartadas, enquanto as corretas são armazenadas para experiências futuras. Ao contrário dos seres humanos, os computadores não ficam nervosos com o erro. Seu papel principal é calcular as probabilidades das respostas encontradas estarem corretas.

E os humanos devem transmitir o conhecimento às máquinas do mesmo modo como os ensinamentos são passados às crianças. No início desse processo, apenas as tarefas básicas que deverão ser realizadas devem ser ensinadas para que, posteriormente, o computador possa aprender intuitivamente.

Já a deep learning é uma das técnicas para ensinar um computador a formar redes neurais. As pequenas funções matemáticas da inteligência artificial funcionam como nossos neurônios e quanto maior o número de funções, mais detalhada será a análise realizada.

Quais empresas já estão usando inteligência artificial para aperfeiçoar seu desempenho?

A inteligência artificial está presente na vida de todos nós. Netflix, Facebook e YouTube já fazem uso de IA para entender o comportamento do consumidor e oferecer o que mais combina com cada um. O reconhecimento facial automático que o Facebook faz quando postamos uma foto se deu através de um processo de treinamento constante, por exemplo.

Na área da saúde, a universidade Salford Royal NHS Foundation Trust usa IA para captar sinais precoces de problemas de saúde. Reportações sobre os primeiros sinais de uma septicemia (infecção geral) são registrados antes mesmo que os sintomas sejam percebidos pelos especialistas. Já na indústria farmacêutica, ferramentas ajudam a reduzir o tempo de produção de modelos preditivos de semanas para horas.

Em 2016, a OVO Energy contava com 20% de toda a base trabalhando com medidores inteligentes.

“Desenvolvemos um dispositivo inteligente que se conecta ao medidor e nos dá dados em tempo real. Toda essa massa de informação chega a bancos de dados de séries temporais e é analisada usando técnicas de machine learning”

Mariano Albera, CTO da Ovo Energy.

Já na educação, em 2016, a City of Liverpool College deu início a um projeto em parceria com a Microsoft R&D que buscava explorar o uso ML e sensores inteligentes dentro das salas de aula.

“O Google já está usando Machine Learning hoje em dia para combinar o que é objetivo de negócio com o comportamento de navegação dos nossos consumidores em potencial”

Fábio Coelho, Presidente do Google Brasil.

Recentemente, a IBM se uniu com a Pinacoteca de São Paulo para criar o projeto “A Voz da Arte”, que fez uso da computação cognitiva para que os visitantes do museu tivessem uma experiência única e interativa. O projeto contou com o sistema de inteligência artificial Watson que aprendeu tudo sobre arte brasileira e ficou apto a responder qualquer estilo de pergunta sobre as obras. Veja o vídeo que ilustra todo esse procedimento:

Por quê investir em inteligência artificial?

Foi-se o tempo em que se pensava em Mobile First. Hoje em dia é preciso levar em consideração o conceito AI First se quiser agradar e fidelizar clientes. As marcas precisam começar a antecipar as necessidades dos consumidores para estarem à frente. Ser notado pelos compradores é apenas um dos critérios para que as empresas possam proporcionar experiências significativas.

A análise do comportamento dos consumidores através de inteligências artificiais “ocorre em uma escala e em uma velocidade que seriam impossíveis de obter manualmente. Você pode usar essa tecnologia para conhecer cada pessoa e falar com toda a sua audiência de forma muito mais customizada”, conta Fábio Coelho.

Um estudo realizado recentemente pelo Google revelou que apenas 20% dos usuários de smartphones no Brasil têm certeza da marca ou produto que comprarão ao pesquisar as informações online.

Essa é uma brecha que precisa ser aproveitada. As marcas devem sempre levar em consideração que a decisão de compra começa muito antes do pagamento ser realizado. Os consumidores querem e buscam cada vez mais por interações personalizadas ao longo de todo esse processo.

Além disso, as máquinas podem ajudar em muitos outros segmentos, como na medicina com o cruzamento de dados para detectar problemas de saúde, na economia de energia em empresas através do monitoramento dos dados de consumo ou até mesmo na análise de documentos complexos.

Não é preciso ter medo. A inteligência artificial está aqui para auxiliar todos nós.

Se interessou pelo assunto e quer aprofundar o papo? Entre com contato conosco!

Por: Redação - GTC
em 22 de fevereiro de 2018

Vamos Conversar :-)

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